sábado, 12 de março de 2011

Me, for example


eu, por exemplo...

CRIAR UM PASSPORT DA VIDA


Vou tentar construir uma caderneta a la passport de itabira, bh, etc.. quem sabe dá certo?!

k im bra

podemos escrever tanto câimbra qto cãibra...

a primeira seria falada assim: ca...im... bra
a segunda: can.... i.... bra

sexta-feira, 11 de março de 2011

Alef א

Alef agradece a Deus por mais um dia de vida, pelas suas habilidades, suas conquistas, e a difícil vitória de terminar um texto acadêmico.

As vezes, surge a estranha vontade de escrever para alguém que já morreu. As vezes pensa em conversar com pessoas ligadas à fúnebre pessoa, mas logo ele percebe que o ocorrido fora muito recente, e sempre quando pensa ou ouve o nome da ex-amante, ele sente uma profunda tristeza e pêsames..

Deixe os mortos sepultarem seus mortos...


*א*

Alef א

Alef teve uma visão. Percebeu que noutro momento existencial neste planeta fora uma mulher. Uma mulher curiosa e que viveu bem sua vida, apesar dos pesares e das dores. Na visão, ele percebeu que o mais importante era viver a condição que lhe fora outorgada pela natureza, e contradizer a condição que lhe fora outorgada pela sociedade.

Após essa visão, ele compreendeu que deveria viver, a partir desse momento, com todo seu corpo, sua força, sua energia vital, os desafios e os prazeres de se aventurar nos labirintos da vida natural e social.

Ele começou a se sentir mais leve, e as clássicas tensões que travavam seu corpo por anos se desfizeram... ele começou a perceber que o sentimento de liberdade só acomete aqueles que vencem o medo. Ele começou a perceber que a morte, que outrora lhe marcara, também o libertara para as incertezas da modernidade líquida.. A morte o tinha trazido à vida, a morte tinha levado seu grande amor, a morte tinha feito o seu papel. Agora cabia a vida realizar o seu.

Alef respira perdido entre papeladas de trabalhos. Ele quer viajar com Thaíse, talvez Buenos Aires... ele está realmente precisando de um Tango.



*א*

quarta-feira, 9 de março de 2011

Alef א


Alef sentiu a cada dia, desde seu acordar do inconsciente, até a quarta de cinzas, o luto pela pessoa amada. O trágico acidente, a carreira brilhante, a dor da família e amigos, as fotos, as peças de roupa, as cartas...

Mas, findada a quarta de cinzas, o luto deveria terminar. A quaresma vinha e, com ela, a meta da privação de algum prazer. Principalmente daquilo que mais se gosta. Alef olha para sua vida, e decide cortar um grande prazer.

Alef reconhece ainda que ele está prestes a iniciar um processo que irá mudar sua vida para os próximos anos.. e a palavra mestra será

PERFEIÇÃO

não é a prática que leva à perfeiçao, mas as práticas perfeitas que levam à perfeição...




*א*

Alef א


No fim de ano,Alef e sua grande amada de outros tempos, sofrem um terrível acidente. Ele fica inconsciente e ela falece. Ele ainda não sabe da morte dela, até o carnaval, quando acorda. Ainda incrédulo, demora dias inteiros para realmente entender e aceitar que ela morrera. Na quarta de cinzas, ele ainda estava pensativo na sua nova e estranha vida. Ela tinha marcado muito a vida dele, e ele já havia feito o luto por ela, mas todos seus amigos dizem que "a vida continua".

No dia em que ele acordou de seu estado inconsciente, Alef teve a honra de receber a visita de uma pessoa amiga e enigma: Thaíse. De onde ela viera? Pra onde ela fora? Ele só sabe que quer viajar com ela... não para se apaixonar, não para fortalecer a amizade ou para mostrar isso ou aquilo. Ele quer apenas a sua companhia. Ele quer uma inspiração.



Ele quer voltar ao Chile, ele quer descobrir, ele quer compor, libertar o poeta musico que há dentro dele. Thaíse exarcebe esse lado. Ela pega as baquetas de bateria da mão do Alef e tira som de tudo e todos... ela vem como coringa das possibilidades... e faz isso porque gosta, simplesmente

Alef cansou de tentar algo com ela, cansou de tentar entendeê-la e a vida tb... ele tá começando a entender que deve-se viver, mas não algo do tipo "deixa a vida me levar", mas "vou levando a vida aonde Deus deixar".

Uma palavra de inspiração para Alef: perfeição.

Um vídeo: Nosso Deus é o Poderoso Deus:




*א*


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

part 2

Não sei se seria irreversível.. na verdade, a sua pergunta é ótima, e sintetiza a palestra da oriental. Na verdade a irreversibilidade ou sua negação depende da resposta dada à pergunta. Ora, qual é realmente o tipo de relação que você quer??? Eu já tive época onde escolhi relações que nunca necessitou das tecnologias da informação (TI), ou no máximo, do telefone. Há outras relações que emails e telefonemas eram o mínimo, e aí entrava skaipe, orkut, msn, blog, trololó, fb, sms, twt... ou seja, todo o aparato possível atualmente de tele-comunicações.. ou seja, que tipo de relação nós queremos??? Vou te enviar um texto sobre a problemática da virtualidade na construção da ontologia de si e do outro (muito bom esse texto).. e vc verá como essa questão das relações virtuais é complexa, e guarda certos meandros que ainda não conseguimos definir, mas já sentimos seus efeitos. QUe relação queremos?? eu estou tentando não pautar mais minhas relações afetivas, familiares e amistosas por meios eletrônicos (no máximo o celular), e deixar alguns meios somente (email e fb) para não ficar totalmente alienado e realizar contatos profissionais ou enviar recados urgentes.. no mais..

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

facebuk e os amigos curti

sei lá.. não sei té q ponto o obama "transferiu" poder.. acho q alguns analistas e cientistas sociais estão apostando muito alto nisso.. o facebuk por exemplo.. pór mais q eu gaste algumas horas por dia nele, e eu aprenda muito com comentários, videos (como este) e notícias, pouco na verdade ele me acrescentou de fato, e muita pouca opinião ele mudou. Nessa campanha eleitoral, por exemplo, quem é serra vota serra e dialoga com seus pares aqui, assim como os eleitores de dilma. è difícil haver debate político de fato. POsso dizzer tranquilamente que já aprendi muito mais em 3 horas de conversa no bar do cabral do que o dia inteiro nesse facebuk... até porque as pessoas que de fato influenciam minha vida estão fora daqui, e aqui encontro amigos distantes, que, ao invés de ligar, teclo (é mais por economia do que ..) eu prefiro a voz do que esses recados virtuais.. se uma vez por semana um amigo do facebuk me ligasse e, numa conversa de 30 minutos, ou 15 minutos, ele dissesse "curti essa sua ideia",, teria muuito mais sentido e significado para mim do que ele ficar dizendo 5 vezes ao dia 7 dias por semana "curti" "curti" curti"... ¬¬ bj.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Alef א


Alef, depois de um dia de trabalho, ao chegar em casa, e olhar seus inúmeros emails, ele finalmente descobre que está realmente cansado disso tudo. Ou, melhor dizendo, talvez ele realmente esteja "carente" de algo. Não dessa carência que todos falam. Mas ele sente falta de receber, no fim do dia, alguém te dizendo: "oi, te amo". Você pode sair com dez mulheres no fim de semana que, na terça feira trabalhosa seguinte, nenhuma delas irá te ligar ou enviar email dizendo: "oi amor, te amo" sinceramente.
Isso fez Alef perceber também até que ponto ele também dizia isso a Deus (oi Deus, te adoro).. e lembrou-se que também não estava fazendo quase nada, em seus dias, para conseguir sua amada. Nem mais poesia ele estava fazendo...


*א*